quarta-feira, 30 de março de 2011

Ser Feliz


Ser feliz como se fosse não houvesse o amanhã, é assim que estou sentindo agora!
Dizer " Eu, te amo " Como se fosse a última frase dita.
Cada olhar, cada toque, cada som emitido, cada batida do seu coração me faz sentir vivo.
Ser feliz, mais, muito mais. Eu, sou assim só com você.
Sorrisos verdadeiros, palavras sinceras, palavras ditas que não consigo esquecer, não consigo escrever, não consigo descrever, só sentir.
Te amar é ser feliz
Te querer é ser feliz
chorar e ter seu ombro é ser feliz
deitar ao seu lado é ser feliz
ouvir é ser feliz
sentir é ser feliz.
Aproveito cada segundo, te quero cada minuto. Ser feliz por toda a minha vida sem mais pessoas, sem mais tentativas de desapego, sem arrependimentos, só com o verdadeiro gostar de estar com a pessoa que ama ao lado.
Ser feliz é te amar sem medo do amanhã
Ser feliz é te amar hoje e sempre
Ser feliz é poder confiar, compreender, amar, amar, amar...
Sou feliz e não pago por isso.



sábado, 19 de março de 2011

Acorrentado pelo meu medo

E os sonhos que vem do nada me fazem gritar feito louco na madrugada. Gritos dentro de mim saem durante os sonhos ruins vindo de um lugar que eu desconheço.
Medo!
Eu, chorando sem parar. Eu grito e ninguém me ouvi, ninguém perto pra me acalmar.
Eu, sonho mais uma vez. Eu, temo mais uma vez por sua displicência em mim. Meu medo vem nos sonhos mais obscuros das madrugadas infinitas. Sonho com você a noite toda, sonho você me desdenhando, sonho, sonho, pesadelo. Estou acorrentado pelo meu medo, pelo meu medo, pelo meu pesadelo que não acaba.
Pesadelo, ele vem mesmo que eu não queria, mesmo que eu acorde mais de 3 vezes pra acabar com a tortura matinal. Eu não aguento mais tal tortura no meu corpo, na minha alma.
Me afogo no gole d'agua, me afogo no desespero de te perder pra sempre, me afogo nas lágrimas de dor nessas horas que não passam.
Medo!
Cada vez mais eu morro de medo, cada vez mais fico inseguro. Eu, Tenho muito medo. Eu, tenho você...mas até quando? Não gosto de pensar no que me fará sofrer, mas é inevitável esses pensamentos na manhã que é noite. " não me deixe só, eu tenho medo do escuro "
Sinto uma forte dor na cabeça, na garganta, no corpo. Sinto medo, sinto as coisas boas longe de mim na madrugada.
Eu só fico calmo quando ponho minha cabeça no seu peito, só estou em paz quando tenho você no meu lado. Sem você meu medo aumenta, sem você eu fico totalmente perdido nesse mundo de pessoas erradas.
Medo!
Sonhos!
Pesadelos!

domingo, 13 de março de 2011

Carnaval 2011

Foi em Recife-PE que pude enxegar o verdadeiro carnaval do nordeste. Ainda ouço os gritos das multidões espalhadas nas ruas do Recife Antigo cantando : " Voltei Recife, foi a saudade que me trouxe pelo braço. Quero ver novamente "Vassoura" na rua abafando, Tomar umas e outras e cair no passo... "

Eu, vi como o Recifense gosta de brincar, pular ao som rasgado do Frevo, do samba e até do Rock.
Sons diversos, atrações espalhadas por toda parte. Cada um pode escolher como queria brincar. Quinta-Feira, Sexta-Feira, Sábado, Domingo, Segunda-feira e Terça- Feira, esses foram os dias que brinquei como eu quis. Ao som do Rock, do Frevo, Ciranda, Samba... Ritmos diferentes mas com a mesma intenção, de levar ao público a alegria que o carnaval traz.
Shows e Blocos de rua, foi o que me fez ficar feliz durante 6 dias. Até conheci artistas consagrados da música brasileira.
E a Quarta-Feira de cinzas? Tempinho pra descansar o corpo, a mente e a alma.
Brincar com amigos e o seu grande amor no seu lado é muito bom. Carnaval 2011, o melhor!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Sobre o recomeço e os nossos projetos de amor

Amar, querer, poder ou não!
Medo, coração gelado, memórias de uma coisa que não presenciei.
Renunciei. Estou tentando não pensar em coisas ruins de outrora. Estou te querendo mais que antes.
Eu parei de me apegar aquilo que eu posso perder a qualquer comento -É você-.
Meu coração acabou de doer. De fato, o tempo não muda nada, as nossas atitudes é que geram mudanças.
Meu bem, meu amado, é você que me faz sorrir. Sentimos algo parecido nos últimos dias, O medo de perder um ao outro. Medo de tudo.
Mas tem uma parte dentro de mim que finge estar bem, passageiro isso...
Já lhe perdoei, tenho você comigo e quero tê-lo pra toda minha vida, mesmo sabendo que não há garantias que as coisas irão durar para sempre.
Medo de perder, medo de ter, medo de perder você.
Começamos do ZERO. Então, vamos lá?!
-Respeito, cumplicidade, amor, alegria, desejo, ternura, amizade, companheirismo fidelidade, respeito, respeito, respeito!...
Passado? Não sei, não quero lembrar.
Presente? Vamos viver sem limites.
Fututo? Com você.
Eternidade? Para sempre.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Sobre o suposto fim e sobre o que sinto

Hoje pude ver o quanto o meu amor é grande por ti.
Esse momento em menos 3 minutos pude ver que quando cai uma lágrima é de dor.
A dor de não te ter mais...
Sei, que o que você sente por mim é totalmente diferente daquilo que sinto.
Desculpa, mas eu não pude deixar de escrever, de colocar, de expurgar meus demônios.
Desculpa por eu te amar, eu não tenho culpa.
Juro que eu tento te esquecer, ms se eu fizer isso um pedaço de mim vai embora, e isso vai doer muito,
mais do que eu não te ter pra nunca mais.
Quero chorar, quero gritar, quero te amar, quero ser feliz novamente contigo.
Porquê eu escrevo isso tudo?
Um simples abraço, um simples olhar.
O que me doi mais é olhar nos teus olhos e ver que esses mesmos já me trairam.
Quero te perder, não quero caminhar no mesmo caminho que o seu pra não correr o risco de cruzar
com o meu amor que ainda está em você.
O jogo termina aqui, terminou no último abraço.
Terminou?
Esse é o nosso fim?

domingo, 30 de janeiro de 2011

O AMOR ACABA.

O amor acaba. Nuna esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ele esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois  duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do ICEBERG, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do calaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas. nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicavel entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remoso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drínque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamente, dispersado entre astros, e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova Iorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como espelho de bolsa, que  continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração es excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba, por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.

Texto de: Paulo Mendes Campos.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Pensamentos, Perturbações e indecisões

Às vezes dá vontade de jogar copos contra a parede, mas quando eu vou buscar o copo, onde está ele?
Essa é a pergunta que estou me fazendo agora, onde está ele? Mas quem é esse ELE que vive tirando o meu sono nas madrugadas frias do meu quarto calorento?
Quem é este Ser que eu procuro tanto e não acho?
Quando eu penso que estou com tudo na minha vida, ao deitar a minha cabeça no travesseiro vejo que falta algo em mim, em minha vida, mas o quê meu Deus?
Isso me pertuba!
Preciso de copos, preciso de facas, preciso armar-me, preciso de sinas, porque já não sei por onde estou andando.
Estou me sentindo perdido no meu próprio mundo. Vejo pessoas bonitas de branco passarem na minha frente, algumas lentas, outras rápidas...
Mas quando eu vou pedir algo a eles, aonde estão esses espíritos de luz?
Aonde está o meu mundo?
Aonde estou pisando?
Aonde estão as pessoas boas?
Aonde está o meu sono, a minha inocência, meus pesadelos, meus gritos?
Isso me pertuba!
Quem me ama de verdade?
Quem quer o meu bem e o meu mal?
Aonde está a paz?
Aonde estão vocês?
Aonde está a minha voz?
Quero gritar! -Será que eu posso?
Quero Matar! -Será que eu devo?
Quero mais! -Será que eu já tenho tudo e não estou enxergando?
Isso me pertuba... Onde?